La Poêle d’Or
Avenida Cidade de Ourense, Torre, Piso 3, Loja 313
Vila Real
Tel. 259 093 139
Quem vem do Porto, saindo em Vila Real, deve continuar até à rotunda com o repuxo aquífero (uma praga municipal que se tornou endémica no Norte do país) e tomar à esquerda a avenida que sobe entre prédios altos, numa arquitectura símbolo da modernidade pato-bravista em que Vila Real se transformou. O letreiro com o nome do restaurante vê-se logo à direita. Se, depois de estacionar, descobrir um corredor esconso, entre cabeleireiros e outras singulares ofertas comerciais, chegará ao Poêle d’Or. Não desanime, o interior é bem melhor que o caminho.
Aberto em inícios de Agosto de 2008, num local onde já existiram dois outros restaurantes, este lugar de “cozinha francesa e portuguesa” merece uma visita, quanto mais não seja pela coragem de um cozinheiro francês, que já viveu no Taiti, e que casou no Luxemburgo com uma portuguesa que o arrastou até Trás-os-Montes. A lista parece um pouco longa para poder sobreviver com qualidade, com uma escrita a combinar preciosismos linguísticos que ganhariam em ser corrigidos: “Les rins…” e coisas assim. Mas tudo o que se comeu estava bom – e isso é o mais importante!
Uma nota: a carta de vinhos é deprimente e isso mesmo foi dito ao chefe, que parece disposto a fazer uma rápida aprendizagem, por forma a conseguir ligar o seu conhecimento culinário aos hábitos locais. “Bonne chance!” é o que se deve desejar a quem procura abrir Vila Real à cozinha de inspiração francesa.
Daqui a uns meses, voltaremos para ver como param as modas. Mas, até lá, os vilarealenses e os visitantes têm obrigação de ajudar a esta empreitada luso-francesa.
Avenida Cidade de Ourense, Torre, Piso 3, Loja 313
Vila Real
Tel. 259 093 139
Quem vem do Porto, saindo em Vila Real, deve continuar até à rotunda com o repuxo aquífero (uma praga municipal que se tornou endémica no Norte do país) e tomar à esquerda a avenida que sobe entre prédios altos, numa arquitectura símbolo da modernidade pato-bravista em que Vila Real se transformou. O letreiro com o nome do restaurante vê-se logo à direita. Se, depois de estacionar, descobrir um corredor esconso, entre cabeleireiros e outras singulares ofertas comerciais, chegará ao Poêle d’Or. Não desanime, o interior é bem melhor que o caminho.
Aberto em inícios de Agosto de 2008, num local onde já existiram dois outros restaurantes, este lugar de “cozinha francesa e portuguesa” merece uma visita, quanto mais não seja pela coragem de um cozinheiro francês, que já viveu no Taiti, e que casou no Luxemburgo com uma portuguesa que o arrastou até Trás-os-Montes. A lista parece um pouco longa para poder sobreviver com qualidade, com uma escrita a combinar preciosismos linguísticos que ganhariam em ser corrigidos: “Les rins…” e coisas assim. Mas tudo o que se comeu estava bom – e isso é o mais importante!
Uma nota: a carta de vinhos é deprimente e isso mesmo foi dito ao chefe, que parece disposto a fazer uma rápida aprendizagem, por forma a conseguir ligar o seu conhecimento culinário aos hábitos locais. “Bonne chance!” é o que se deve desejar a quem procura abrir Vila Real à cozinha de inspiração francesa.
Daqui a uns meses, voltaremos para ver como param as modas. Mas, até lá, os vilarealenses e os visitantes têm obrigação de ajudar a esta empreitada luso-francesa.
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